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Yin-yang aluado

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Foi a uma  sexta-feira, em que aos olhos dos hindus ela estaria impura. Ao invés do sentimento de reclusão foi invadida pela vontade de folia. Exaltar a Freia, Inanna, Nanaja, Isis Xochiquetzol ou até mesmo Afrodite (deusas mitológicas do amor, fertilidade, da lua, lascívia, sexo....) contida durante o quotidiano sério. Lembrou o sítio ideal para um serão, ladeada em luxúria,  no fim de uma semana exaustiva.

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A ausência de temática não suprimiu o traje atraente e fresco. Coincidentemente a determinada altura comentam o detalhe: as duas  estavam em ambígua sintonia; vestidos de tecido muito fino, curtos e ajustados às curvas: Autêntico yin-yang, uma de preto e outra de branco. O ambiente, como sempre,  animou. As músicas  quentes, uma bebida para libertar os ânimos alegres e depressa se soltam os movimentos lânguidos e felinos. Sempre que reencontra a doce e voluptuosa  amiga, a libido incendeia-se. Enroscadas, envolvidas sensualmente e desinibidas no centro da pista ela sussurra: "Não posso mais do que isto e estás a endoidecer-me! Estou naqueles dias."

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Decidem um passeio pelo dédalo afrodisíaco pela sua luz, ornamentos e sons. Os quatro bem unidos deixam-se inebriar pela lubricidade do momento, pelos perfumes das meninas entusiastas, pelas mãos masculinas, agora atrevidas e exploradoras. Ela estaria cada vez mais receosa das consequências do momento, pelo estado de impureza, mas esta excitação imprevista dominava-a. O raciocínio era cada vez mais liderado pelo desejo, principalmente entre ambas. Apesar de terem fugido ás luzes da ribalta da pista, não conseguiram evitar a atenção de quem passou no corredor. Envolvidas em beijos ardentes, surpreendentemente, a determinada altura, yang de cócoras beija e saboreia das coxas ao ventre de yin na soleira de uma das portas. Quem as observa arde de tesão e em ânsia ouve-se: "Temos de procurar um quarto meninas!"

Nada haveria sido sonhado, conversado sequer por nenhum deles sobre o que aconteceu naquele quarto. Nem ela, desejosa de libertar a ninfa em si idealizaria tamanho momento. Possivelmente apenas o estágio de amizade e confiança assim possibilitou este ensejo.  Em deslumbramento e cumplicidade a fantasia aconteceu: Liderados por Isthar, a doce morena foi o manjar dos três. Despidas dos vestidos lentamente deliciaram-se as duas de lábios bem juntos na tesão dos amantes. Beijaram e foram beijadas e acariciadas sem que limites fossem transpostos.

Ficou bem de perto, visão, olfacto e sabor, da copula entre os três amantes. Ouvia os gemidos da amiga, de vez em quando de boca cheia, enquanto a saboreava a cada estocada a milímetros da sua boca. As mãos exploravam a pele dos próximos, ora a anca da mulher em êxtase, ora o falo dos homens  plenos em tesão! Ela não pôde ser possuída mas tal condição não foi um castigo. Bem pelo contrário, o ex-libris da noite foram os três clímax sobre ela. O primeiro em reclusão pelas coxas de yang, impura debaixo de um clímax seguido de outro. Para ultimar foi banhada nos seios pelo terceiro.  Acariciada e beijada por todos com a promessa de uma vindicta em breve.

 

Leiam a versão complete em:

http://volupialunar.blogspot.pt/2018/01/yin-yang-aluado.html

meigos_e_abusados 06.02.2018 0
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06.02.2018 (165 dias atrás)
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